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Resumo da live semanal do Presidente Bolsonaro

O presidente ressaltou os principais acontecimentos do Governo Federal na última semana.

Em sua tradicional live semanal nesta quinta-feira (14/10), o presidente Bolsonaro (sem partido) criticou grupos que classificou como “terroristas” como MST e elencou ações do governo federal em benefício dos produtores rurais, inclusive a maior liberdade para que esses se defendam de crimes em suas propriedades. Citou ainda a diminuição de multas e limitações para a produção através de demarcações.

Em seguida falou sobre fake News e apontou algumas mentiras criadas pela extrema-esquerda.

O presidente também relatou sua viagem a Aparecida no dia 12/10 onde, segundo ele, tudo ocorreu muito bem. Parte da imprensa, porém, preferiu noticiar supostos protestos. Bolsonaro aproveitou para mostrar a capa do jornal O Globo onde aparece uma foto dele ao lado do Arcebispo Dom Orlando Brandes que, em outro momento fez críticas à política armamentista do governo federal. A crítica de Bolsonaro foi sobre a falsa impressão de que o bispo teria feito sua crítica diante do presidente, o que não aconteceu.

Jair Bolsonaro também entrou no polêmico assunto da “lei dos absorventes” da Deputada Federal Tabata Amaral (PSB) e explicou os problemas decorrentes de sancionar um gasto sem apontar de onde virá o recurso. “Vamo derrubar o veto?” propôs o presidente ao congresso.

Outra fake News apontada pelo presidente se refere a suposta falta de seringas anunciada pela mídia, que seria um grande problema para a vacinação mas acabou não se confirmando na realidade.

Ao ressaltar o assunto “vacinas”, Bolsonaro aproveitou para mostrar notícias de que a “Coronavac” não é aceita para entrada em vários países. Citou a ineficácia dessa vacina utilizando o exemplo do ministro Queiroga e questionou se o lobby da Indústria Farmacêutica não estaria por trás do empenho de certos políticos na vacinação obrigatória da população.

Ainda no assunto da Covid19, Bolsonaro falou sobre um novo remédio que vem sendo anunciado pela imprensa como possível ferramenta para combater a doença. Segundo o presidente, a diferença entre esse novo remédio e os que ele já vem defendendo desde o começo da epidemia, é que o novo medicamento é bem mais caro. Bolsonaro levantou o questionamento sobre interesse da indústria farmacêutica também nessa questão.

 

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