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Uberlândia - Minas Gerais

Professora Abortista da UFU Tenta Calar Vereador e Recebe Invertida em Plenário

No grande expediente da primeira sessão do mês de junho, o vereador Cristiano Caporezzo (Patriotas), da Câmara Municipal de Uberlândia, ocupou a tribuna para manifestar sua indignação quanto a uma decisão judicial que, sob pena de multa diária de R$ 500,00 o obrigou a retirar um vídeo de suas redes sociais. Nesse vídeo, Caporezzo repercutiu uma notícia do Jornal Gazeta do Povo, que trazia a matéria em que a professora e médica da Universidade Federal de Uberlândia, Helena Paro, teria sido alvo de uma ação do MPF (Ministério Público Federal) por distribuir uma cartilha em que incentiva e ensina a prática do aborto por telemedicina.

A cartilha foi elaborada pela médica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia e tem o “carimbo” de duas ONG’s: o Instituto ANIS e da Global Doctor for Choice (GDC), ambas financiadas pelo bilionário e globalista George Soros.

O Vereador também apresentou um print de uma publicação da abortista Helena Paro, que já foi excluído de suas redes sociais, onde ela incentiva a prática do aborto ilegal:
“Profissionais de saúde devem recusar a cumprir as novas regras do aborto legal“, Helenase referi-se a a portaria 2.282 do Ministério da Educação onde dispõe sobre a justificação e autorização da interrupção da gravidez, que em seu Artigo 4º é claro em observar que deverá haver exame físico geral.

O vereador, afirmou que apresentou uma queixa crime contra a médica abortista para que ela responda por seus atos ao incentivar a prática do aborto, que é tipo penal previsto na legislação brasileira.

Na cartilha em questão, não são informadas as consequências e efeitos colaterais pelo uso da medicação entregue em domicílio/“delivery” Misoprostol .

Não bastasse o descumprimento da portaria do Ministério da Educação, a Professora e Ginecologista Helena Paro está sendo processada por outro crime, nesse caso, responde por dolo eventual, onde é acusada de ser responsável pela morte de uma mulher grávida por ter negligenciado o cuidado adequado durante o trabalho de parto, enquanto um aluno da mesma médica e quanto ao mesmo caso, responde pela realização de um aborto NÃO CONSENTIDO.

O Vereador Cristiano Caporezzo, representa os valores conservadores na Câmara Municipal de Uberlândia e já possui em seu “breve currículo” como parlamentar, em apenas 3 meses de mandato, 4 denúncias ao conselho de ética, principalmente, por defender a liberdade em tempos de pandemia.

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