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Passaporte de imunização: a liberdade pede socorro

O PL, projeto de lei, 1.674/2021 que cria o Passaporte Nacional de Imunização e Segurança Sanitária de autoria do senador Carlos Portinho (PL-RJ), consiste em uma plataforma digital que vai reunir todas as informações de vacinação. No caso da covid-19, também constarão datas e resultados de testagens para coronavírus. O documento poderá ser usado pelos entes federados para suspender ou abrandar medidas restritivas de locomoção ou de acesso de pessoas vacinadas a serviços ou locais, públicos ou privado.

O passaporte de vacinação é algo que torna a vacina obrigatória, ainda que, indiretamente. O presidente Bolsonaro (sem partido), já pronunciou sobre a medida e afirmou que se aprovada irá vetar. O presidente mais uma vez é o avalista da liberdade brasileira. Este passaporte irá gerar uma subcidadania, segregando a população. É um experiência totalitária, o indivíduo só poderá ser “livre” depois que o estado injetar uma substância em seu corpo.
Na atual conjuntura brasileira, é importante salientar que as vacinas são experimentais e emergenciais. Os interesses políticos, mercadológicos e ideológicos não deveria colocar a saúde dos brasileiros em risco. Um vacinação obrigatória, ainda que mascarada com um passaporte sanitário, fere o princípio da livre escolha individual, consciência do indivíduo e também o direito de objeção de consciência.
Além disso, profissionais competentes já desenvolvem estudos em que fica evidente a precisão do tratamento precoce, estado em que drogas acessíveis são utilizadas para tratar a doença, bem como, a imunidade de rebanho, forma de proteção indireta contra doenças infecciosas que podem ocorrer com algumas doenças quando uma porcentagem suficiente da população se torna imune a uma infecção, e reduz assim a probabilidade de infecção para indivíduos sem imunidade.
É preciso que, os brasileiros não entrem no espiral do silêncio e aceitem o convite a obrigatoriedade. A liberdade é um direito natural e não pode ser fatiada e tolhida por administradores públicos que inserem medidas ditatoriais na sociedade brasileira.

1 Comentário

1 Comentário

  1. David krstic

    16 de junho de 2021 em 12:06

    Isso é uma absurdo, o cidadão tem o direito, o livre arbítrio de escolher o que é melhor para si. Quem supostamente vai ficar desprotegido será o que escolher não ser cobaia desse experimento chamado de vacina.

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