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O passado do Brasil que a escola não conta

Muitos fatos importantes da história brasileira são suprimidos na educação. Autores como Robert Souhthey, Jorge Caldeira e João Camilo de Oliveira Torres nos permitem saber um pouco da real história do Brasil. A educação atual tem um discurso injusto de que desde o início somos vítimas de uma luta de classes que explora o país.

Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil quando quer fazer uma nova rota para chegar a Índia. Porém, um fato que poucos tem conhecimento é o de que ao sair de Portugal, Cabral e toda a sua equipe recebem uma benção da Coroa Portuguesa através de um bispo, em uma grande cerimônia católica e um óleo é derramado em sua cabeça, óleo este que na época foi abençoado pelo próprio Papa. Naquela cerimônia, ficou firmado que a viagem teria um cunho cristão, um cunho espiritual de levar a Palavra do Senhor juntamente com os interesses da Coroa Portuguesa.

A expedição portuguesa chega ao Brasil e ao contrário do que é ensinado nas escolas, durante 50 anos ficaram sem descobrir as fontes de riquezas brasileiras. Fatores como a descoberta do ouro foram bem posteriores, cerca de 50 anos depois. Contudo, Cabral continuou na então “terra brasílis” com o objetivo de conseguir novas almas para o evangelho de Cristo. Uma cruz de madeira é fincada em Cabrália, Bahia. E é quando os índios tem o primeiro contato com a cruz de Cristo.

A maioria dos livros de história do Brasil, traz uma visão vitimista da descoberta do território. Mas, pouco fala-se que os portugueses ao chegarem aqui, depararam com povos indígenas antropófagos, ritual de comer uma ou várias partes de um ser humano, que não conheciam o evangelho de Cristo e eram extremamente violentos. Como em toda história verídica, os portugueses não eram modelos de seres humanos ideiais, mas estão longe de ser os exploradores que apenas maltrataram o território brasileiro.

Com a chegada dos portugueses, chegaram também artigos, outras espécies de plantas e o principal, a língua escrita. Os portugueses não vieram maltratar a população brasileira mas trazer uma luz transcendental. Como podemos analisar em um sermão de Padre Antônio Vieira, religioso, filósofo, escritor e orador português da Companhia de Jesus que veio de Portugual, uma das mais influentes personagens do século XVII em termos de política e oratória, destacou-se como missionário quando aqui chegou:

“Não será melhor perder índios por serviços de Deus, que perdê-los por castigo ?,” trecho do “Sermão da Primeira Dominga da Quaresma” voltado para o estabelecimento de um consenso entre os diversos segmentos que estavam em choque no Maranhão naquela época. Todos os discursos de Padre Antônio Vieira mostram uma tremenda sensibilidade ao tratar o índio, não como um concorrente territorial mas como almas para Cristo.

Olhar autores suprimidos da História nos permite perceber que os europeus e indígenas, que a educação brasileira nos proporcionam conhecer é fantasiosa e inverídica.

Tempos depois, quando começou-se a pensar a primeira Constituição brasileira, desde o início D. Pedro I queria um reino primeiramente para o povo brasileiro e firmemente declarou que jurava defender com a espada (…) “a pátria, a nação, a Constituição, se fosse digna do Brasil e de mim.”  D. Pedro I estava firmemente preocupado com os brasileiros e declara que o documento deveria primeiro ser benéfico para os cidadãos brasileiros.  Embora muitas vezes pareça retrógado em pleno século XXI falar de coisas como a grandeza da monarquia, trata-se de um fato bonito e de grande valor da história.

 

É impossível listar todas as nuances brasileiras que sempre estiveram visando o bem do povo brasileiro. Aqui foi feito apenas um adendo de pequenos fatos.Olhar a história brasileira que não coaduna com fatos mascarados, mostra ao brasileiro que nosso território é permeado de um missão que foi primeiramente divina, isso induz em nossa consciência a obrigação que temos de defender e proteger nossa pátria, que na verdade, é um presente divino. Por isso é tão urgente refutar conteúdos que não endossam a verdade e estudar, para combater a crise da intelectualidade que é tão prejudicial não só à individualidade mas também à pátria.

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