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Saúde

Manifesto pelo tratamento precoce é assinado por 2 mil médicos de todo o Brasil

Por Fernando Castro (Brasil Sem Medo)

Documento destaca resultados encorajadores e enfatiza necessidade de reduzir os efeitos provocados pela demora em tratar os casos da doença .

Foi divulgado nesta sexta-feira (12) um manifesto assinado por 2 mil médicos em que defende o uso do tratamento precoce contra a Covid-19 e ressalta a autonomia dos profissionais de saúde em ministrar medicamentos rechaçados pela imprensa e entidades médicas.

O documento enfatiza a necessidade de minimizar os efeitos provocados pela demora em tratar pacientes infectados com o vírus chinês e apontam os medicamentos que podem ser utilizados para o enfrentamento do coronavírus.

Médicos de várias especialidades assinam o documento, que conta com o endosso de profissionais de todas as unidades da federação. Eles defendem a intervenção médica precoce com o uso da cloroquina e hidroxicloroquina em combinação com outras drogas (como ivermectina, azitromicina e zinco). O documento conta com várias fontes de estudos internacionais e guidelines que respaldam os êxitos do tratamento com os medicamentos.

“Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma destas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina), mas de sua combinação com outras medicações, além de monitoramento extensivo do paciente e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia”, salienta o documento.

Os médicos também levaram em consideração os êxitos advindos do tratamento precoce nas cidades e estados que adotaram o uso dos medicamentos.

“Uma das maneiras de se validar o efeito de um tratamento é fazer com que ele seja reprodutível. Os relatos de cidades e estados que adotaram as medidas para intervenção precoce na Covid-19 têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde”, assegurou o manifesto.

Leia o manifesto completo aqui.

Além do respaldo científico, os médicos citam também o parecer do Conselho Federal de Medicina e a Declaração de Helsinque que deixam clara a necessidade de ação do médico em situações graves como a atual, mediante consentimento do paciente.

“Quando métodos profiláticos, terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico, com o consentimento informado ao paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento. Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia. Em todos os casos, as novas informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicá-las. As outras diretrizes dessa declaração devem ser observadas”, pontuou o documento.

O manifesto enfatiza também que outras notas e cartas assinadas por médicos e sociedades médicas se posicionando contra o tratamento precoce não representam aqueles que endossam o documento publicado nesta sexta-feira.

 

2 Comentários

2 Comments

  1. RICARDO DA FONSECA PÁI

    15 de fevereiro de 2021 em 10:09

    Na verdade, nós já somos DEZENAS DE MILHARES DE MÉDICOS, DE TODAS AS ESPECIALIDADES, que apoiamos e realizamos o Tratamento Precoce Verdadeiro. Ele tem que ter um agente antiviral, como uma das formas de Cloroquina (ou a Ivermectina, ou a Nitazoxanida) sempre associados à Azitromicina (que previne infecção pulmonar por bactérias), além de outros remedios suportivos (para dor, febre, diarréia – dentre outros). Além do remédio certo, precisa da dose certa e de tomá-los pelo tempo certo. Leia neste jornal Tratamento Precoce: como diferenciar o verdadeiro do falso.
    O meu nome não consta nesta lista, pois não fui localizado. Eu sou o Dr. Ricardo Pião.

  2. Marços Silvio

    14 de fevereiro de 2021 em 20:46

    O que não se explica é a teimosia de certos profissionais, ou algumas entidades, em dizer que não há evidências científicas de que o tratamento precoce tenha eficácia; ora, se os medicamentos/suplementos utilizados são de boa tolerância, e de emprego antigo, sem riscos importantes à saúde, por que então não recomendar?
    Até parece que há algo por trás dessa teimosa resistência!😒😠🙄

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