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Política

Irregularidades, mentiras e Alcolumbre

O atual presidnte da a Comissão de Constituição e Justiça passou e passa a vida pública mentindo sobre seus verdadeiros patrimônios.
David Samuel Alcolumbre Tobelem, filiado ao Democratas e atualmente Senador da República pelo Amapá. Ex-presidente do Senado Federal e Congresso Nacional entre 2019 e 2021. Figura questionadora quando analisamos que, conforme o artigo 350 do Código Eleitoral é crime omitir bens em declarações para fins eleitorais. Podendo ocasionar prisão e multa.
Grande comerciante, Alcolumbre passou quase toda a sua vida pública escondendo seu verdadeiro patrimônio da Justiça Eleitoral. São muitas escrituras e registros no único cartório de imóveis de sua cidade, Macapá. A família de Alcolumbre é proprietária de postos de gasolina, empresas de diversos ramos e retransmissoras de TV. Mas a prerrogativa na fala desse político para com seus eleitores e meios legais é de que possui poucos bens.
Em 2002, 2010 e 2012, por exemplo, declarou não ter nem um centavo de patrimônio. No ano de 2006, declarou apenas uma Kombi, uma picape e uma lancha no valor total de R$ 130 mil. Em 2014, quando derrotou José Sarney para cargo de senador, declarou à Justiça Eleitoral ser proprietário de apenas uma casa no valor de R$ 585 mil. nas últimas eleições de 2018, quando disputou o governo do Amapá e foi derrotado declarou  ter R$ 770 mil, uma casa de R$ 585 mil,  depósitos e aplicações bancárias.
Os registros cartoriais de sua cidade, confirmam que dos anos 90, e até o ano de 2016, constam muitos registros de aquisições imobiliárias feitas por Alcolumbre.  O fato o tornou alvo de dois inquéritos STF, que investigam irregularidades na campanha eleitoral de 2014, quando eleito senador.
“Os dois inquéritos estão relacionados à prestação de contas da campanha de Davi Alcolumbre ao Senado em 2014. A prestação de contas foi aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá e o MDB recorreu. O senador Davi Alcolumbre está convicto de que, ao final das apurações, restarão todas as alegações esclarecidas e devidamente dirimidas.” Nota distribuída pelo parlamentar na época, que mediante a comprovação dos registros deixou muitos eleitores indignados com tamanha tentativa de bestializar os brasileiros.
Atualmente preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), assíduo por sabatinar André Mendonça, conhecido como “terrivelmente evangélico”. Medonça é indicado pelo presidente Bolsonaro para a vaga de Marco Aurélio Mello. Oportunidade que o governo federal tem de colocar alguém em consonância com valores conservadores na Suprema Corte do país.
Considerado como excessivamente esbanjador e gastador do dinheiro público. Um levantamento do site de notícias Congresso em Foco no ano de 2018, mostrou que Alcolumbre era um dos dez senadores, que usaram quase 20% do que todos os 102 titulares e suplentes que exerceram mandato na Casa. A pequena bancada acumulou despesas de R$ 12,6 milhões do dinheiro público por meio da cota para o exercício da atividade parlamentar dos senadores (Ceaps), ou cotão. Totalizando R$ 64,7 milhões do início da legislatura até o dia da pesquisa. Alcolumbre reembolsou R$ 1,46 milhão. Na época, o mais inacreditável foi que, parte do foi reembolsado foi gasto com divulgação da atividade parlamentar.
No último dia do ano legislativo de 2020 como presidente do Senado e Congresso, o Senador arquivou 36 pedidos de impeachement contra os magistrados e dois contra o procurador geral da república. Os principais alvos dos pedidos eram o ministros Alexandre de Moraes.
“Este congresso, senhoras e senhores, mostrou-se conciliador e respeitoso, mas sobretudo altivo, forte, defensor intransigente da democracia, guardião da constituição, um parlamento a serviço das legítimas aspirações do povo, freio e contrapeso de quaisquer excessos.  Um poder a serviço da república e das sagradas garantias democráticas.” Fala de Alcolumbre ao sair do cargo, f *(?)* comprovadamente mentirosa frente a seu negligenciamento dos processos de impeachement.
As irregularidades estendem-se até o irmão de Alcolumbre, Josiel Alcolumbre, que é acusado pelo PSB e a Rede de fazer caixa dois, corrupção eleitoral e compra de votos  na campanha de  candidato à Prefeitura de Macapá, em que derrotado. As acusações foram entregues ao Ministério Público.
É impossível listar os diversos questionamentos e irregularidades que permeiam a vida de Pacheco, Calheiros e Alcolumbre. Mas os fatores mais relevantes são os evidenciam a corrupção e o descaso com o povo, a vontade popular na tomada de decisões. Em especial, o relacionamento estreito com o STF é o fator mais intrigante hoje.
1 Comentário

1 Comentário

  1. PIO EUGENIO DO VALE

    8 de setembro de 2021 em 14:59

    Vamos colocar ess vagabundo ladrão pra correr tbem….tem fazer uma limpeza geral esse filhos de puta

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