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Governo Bolsonaro pagou R$ 511 milhões de dívidas dos estados em abril

O Governo Federal precisou desembolsar R$ 511,77 milhões em abril para honrar débitos bancários com garantias da União que não foram quitados pelos estados no mês passado. O Rio de Janeiro liderou a lista de dívidas assumidas pelo Tesouro em abril, com R$ 195,94 milhões, seguido por Minas Gerais (R$ 187,91 milhões), Goiás (R$ 80,89 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 47,04 milhões).

Nos quatro primeiros meses de 2022, o gasto da União para honrar essas dívidas chegou a R$ 2,628 bilhões. Minas Gerais lidera com R$ 1,265 bilhão no ano, enquanto Rio de Janeiro (R$ 625,52 milhões), Goiás (R$ 491,83 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 229,70 milhões) e Rio Grande do Norte (R$ 15,50 milhões) aparecem na sequência.

No ano passado, a União arcou com R$ 8,963 bilhões em dívidas bancárias que não foram quitadas por estados e municípios em 2021. No total, desde 2016, a União realizou o pagamento de R$ 44,538 bilhões com o objetivo de honrar garantias concedidas a operações de crédito dos governos regionais.

O governo fluminense está autorizado a não honrar esses compromissos após ter feito a adesão ao antigo Regime de Recuperação Fiscal (RRF) dos estados, em 2017. Já Goiás aderiu ao novo RRF no ano passado. Além disso, a União está impedida de executar as contragarantias – ou seja, sequestrar parte dos repasses de receitas de diversos estados que obtiveram liminares no STF.

Financiamentos

A atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em comparação com outros bancos de desenvolvimento no mundo e o impacto das ações da instituição sobre emprego e produtividade da economia são temas do livro ‘Financiar o Futuro: O Papel do BNDES’, lançado em webinar, na última quarta-feira, 4 de maio, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O estudo ainda se propôs a avaliar os riscos de crédito a firmas brasileiras (comparação Crédito Livre e Direcionado), além de elasticidades juros e prazo, e seguro e crédito agrícola no mercado livre no Brasil.

Dividido em dez capítulos e elaborado por 12 diferentes autores, o livro foi organizado pelos pesquisadores do Ipea João Alberto De Negri, Bruno Cesar Araújo e Ricardo Bacelette e faz uma análise do papel do BNDES no crescimento do país por meio de concessões de financiamentos, sobretudo a municípios.

via: terra Brasil

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